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HISTÓRICO
A
ARP em poucas linhas.
Com
o crescimento do mercado publicitário no Rio Grande do Sul, na década
de 50, Antônio Mafuz,
capitaneando um grupo de lideranças das comunicações do Estado,
fundou em 1956 a Associação
Riograndense de Propaganda.
A
finalidade, que permanece viva até hoje, foi de congregar e
defender os interesses de agências, veículos de comunicação,
fornecedores gráficos e de áudio e cinema, mais tarde de televisão,
abrangendo tanto as empresas como os profissionais desses setores.
A
ARP é, assim, a entidade mais antiga do setor de comunicações
envolvendo agências, veículos de comunicação e fornecedores.
Inicialmente,
a ARP funcionou nas dependências do Palácio do Comércio,
juntamente com a ADVB e Câmara Júnior de Porto Alegre, embrião
da atual Associação dos Jovens Empresários.
Em
1971, por deferência do Presidente da ARI Associação
Riograndense de Imprensa, jornalista Alberto
André, passou a operar no prédio da própria ARI Casa do
Jornalista, lá permanecendo até 1985.
Nesse
ano concretizou-se o sonho da sede própria pela vontade de Antônio
Mafuz e Maurício
Sirotsky. E a ARP adquiriu a casa onde hoje funciona a chamada
Casa da Propaganda Adão Juvenal de Souza, em homenagem a um dos
homens que ajudaram a construir o mercado publicitário do Rio
Grande do Sul.
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Antônio
Mafuz

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É
um dos fundadores da MPM Propaganda, em 1956, juntamente com Petrônio
Corrêa e Luiz Macedo, que a partir do Rio Grande do Sul se tornou
a maior e também uma das mais criativas agências brasileiras, permanecendo na liderança até os início dos
anos 90, quando foi adquirida pelo poderoso grupo internacional
Interpublic, representado pela Lintas no Brasil.
Antônio
Mafuz é, sem dúvida, a figura mais representativa da história da
propaganda gaúcha. Afastou-se da atividade publicitária em 1993
e hoje, já com mais de 80 anos, embora dedicado a outros
empreendimentos, continua sendo lembrado como um exemplo a ser
seguido, tanto pela sua competência
como empresário, como pela sua forma de conduzir a MPM, sendo
sempre saudado pelos ex-funcionários como um homem de grande dimensão
humana. Antônio
Mafuz era um verdadeiro amigo do peito de Maurício
Sirotsky. São
reconhecidos os laços de profunda amizade que os ligavam.
Cada um à sua maneira, e juntamente com Caldas Júnior e
Breno Caldas, constituem os grandes empreendedores do setor das
comunicações no Rio Grande do Sul, atingindo expressão
nacional.
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| Adão
Juvenal de Souza |
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Faleceu
prematuramente em acidente aviatório ocorrido em 1983, quando
se deslocava juntamente com Fábio
Araújo Santos para a inauguração de mais uma loja JH
Santos em Santa Catarina.
A
rede JH Santos chegou a ser a maior cadeia varejista do Rio
Grande do Sul e marcou época como um dos maiores anunciantes do
Estado nos anos 70 e 80. Foi cliente da MPM durante quase todo
esse período e deve boa parte do seu crescimento ao trabalho da
agência, como era reconhecido pelo próprio Fábio Araújo
Santos.
Adão
Juvenal de Souza
é considerado um dos pioneiros mais importantes da propaganda
gaúcha. Fundou agências como a Sinepl e Vox, que tinham como
característica a qualidade criativa e muita ousadia para
a época. Foi um dos responsáveis pelo crescimento da MPM, onde
exerceu diversos cargos, até chegar a Diretor Executivo Nacional. Sua ausência
prematura da direção nacional da agência nunca foi
preenchida.
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Ieda
Lessa
Falar
na história da ARP também é falar no papel de D. Ieda Lessa.
Secretária da entidade há 30 anos, é figura obrigatória e
sempre presente em todos os eventos. Por
sua atuação é sempre alvo do carinho dos publicitários
em geral, sendo praticamente o elo de ligação entre todas as
diretorias e o mercado. Sempre atuante, mantém o mesmo
interesse juvenil por tudo o que diz respeito à ARP. Seu
dinamismo e dedicação a todos impressiona. |
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